sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Eu sobriviverei


E esse texto terá mais sentido ainda se você o ler ao som de Stevie Wonder - For Once Of My Life



Mesmo que amanhã eu acorde sem você ao meu lado, eu sobreviverei. Mesmo que eu não tenha mais você para dividir as minhas músicas e citar trechos delas para você, eu sobreviverei. Se você não me olhar mais daquele jeito confuso e sedutor que sempre me tira suspiros e me faz tremer, eu sobreviverei. Ainda que doa em cada terminação nervosa do meu ser, eu sei que eu sobreviverei.

Mesmo que eu não sinta mais a pressão das suas mãos em minha cintura, eu sobreviverei. Mesmo que você não divida mais comigo os seus sonhos, eu sobreviverei. Caso daqui a alguns anos, você nem lembre mais do meu nome, eu ainda sim, sobreviverei.

Mesmo que o seu belo sorriso não se abra mais para mim, eu sobreviverei. Se o seu corpo não mais desejar o meu, eu tenho fé de que eu sobreviverei. Mesmo que a sua boca não toque mais em meus lábios, eu sobreviverei.

Mesmo que eu me perca na estação de metrô e não o encontre para me ajudar, eu sobreviverei. Mesmo que você decida ir embora sem deixar recado, por Deus, eu sobreviverei. Mesmo que você não dance comigo e não me leve para o Canadá, eu sobreviverei.

Mesmo que eu me perca de mim mesma enquanto tento encontrar você, eu sobreviverei. E mesmo que eu chore até as lágrimas secarem, ainda sim, eu sei que eu sobreviverei.

Eu sobreviverei ao seu casamento, ao nascimento do seu primeiro filho e à sua mensagem enviada alguns anos depois dizendo que nunca me esqueceu, Eu sei que eu sobreviverei.

Mesmo que eu tenha que chorar sete dias e sete noites após a nossa despedida, eu sobreviverei. E eu sobreviverei quando ler o seu nome nas revistas dos empreendedores do ano que me fará lembrar dos seus projetos malucos que você dividiu comigo. Sim, eu ficarei feliz por você e eu sobreviverei.

Mesmo que tudo entre nós aconteça, ou que nada entre nós volte a acontecer, eu sobreviverei. E eu sobreviverei porque tudo o que há em mim é amor e enquanto eu te amar, eu sobreviverei.

Eu sobreviverei porque eu te amarei.

sábado, 4 de outubro de 2014

O cara perfeito


Você não foi o cara que abriu a porta do carro para eu entrar e depois a fechou. Você não foi o cara que me levou para comer massa em uma cantina italiana e limpou o canto da minha boca com um guardanapo xadrez em verde e me fez sorrir enquanto eu tentava não morrer de vergonha.
Você não foi o cara que  me tirou para dançar naquela festa onde eu estava sentada sozinha esperando a música da Adele acabar. Você não me levou para passar o final de semana nas montanhas e não bebemos vinho ao pé da lareira acesa.

Você não foi o cara que segurou em minha cintura quando eu me desequilibrei e quase cai na calçada ao sair um pouco bêbada da balada.
Você não foi cara que tirou para mim no violão as notas de Fix You do Coldplay enquanto eu escondia de você as lágrimas que teimavam em escorrer.
Você não foi o cara que tirou foto comigo na roda gigante, gigante demais por sinal. Você não foi o cara que me levou para fazer trilha na serra e me incentivou a continuar a subir aquela subida infindável.

Você não me abraçou quando eu estava com frio e não foi o cara que tirou a jaqueta e me cobriu quando a temperatura marcava quase dez graus.
Você não foi o cara que vi quando acordei no domingo de manhã com a luz do sol batendo na janela do quarto vazio.

Você não foi o cara que segurou na minha mão e passou o polegar nela para me incentivar a ser forte quando eu estava quase uivando de dor porque quebrei um copo e o médico estava tentando tirar o caco de vidro que entrou em minha mão.
Você não foi o cara que elogiou o meu vestido azul e disse que eu estava sexy com ele.
Você não foi o cara que me deu colo quando eu perdi o "Arthur", o meu peixinho de estimação.
Você não foi o cara que me mandou aquele buquê de rosas gigantesco da Giulliana flores, no trabalho que fez todo mundo comentar sobre ele o dia todo.

Você não relaxou comigo na banheira de água quente ao som de Michael Bublé e não foi o cara que me fez massagem enquanto eu tentava  me concentrar somente no toque suave das suas mãos na minha pele.

Você não foi o cara para quem eu disse o que eu sentia mas só porque, merda, eu achei que meus olhos já o tivesse feito.

Você não foi o cara, mas, foi o cara perfeito ainda assim.

domingo, 21 de setembro de 2014

Foto preto e branco


Ela queria poder ouvir a voz dele sussurrando baixinho em seu ouvido o quanto ele a acha linda enquanto ele sorri para ela ao vê-la se arrepiar como uma gatinha que acabou de ser acariciada.
Ela queria poder sentir a sua mão, segurando-a pela cintura enquanto ela se perde no beijo dele.
Ela queria poder sentir o gosto da boca dele e beijá-lo até seus lábios ficarem dormentes e depois olhar nos olhos dele enquanto viaja no pequeno sorriso dele.
Ela queria poder passar a mão nos cabelos dele e bagunçá-lo todo, deixando-o mais sexy do que ele já é.
Ela queria poder ter com ele, um "pequeno-almoço" sentados em uma cama de lençóis brancos dentro de um quarto com uma vista incrível para a cidade, após terem tomado "um duche", onde os seus corpos estavam fundidos em um único corpo, molhados e abraçados.
Ela queria poder se perder no olhar dele e se encontrar no abraço dele.
Ela queria vê-lo em uma camisa preta só porque ela acha que o preto iria realçar ainda mais os seus olhos redondos amendoados, deixando-o mais insuportavelmente lindo.
Ela queria que ele a levasse para conhecer Paris, para juntos tomarem um café enquanto ele diz coisas românticas para ela, ou até mesmo para a Irlanda, onde ela não se importaria de ficar bêbada em um pub com ele, porque ela teria a certeza de que ele cuidaria dela e a colocaria para dormir em segurança.
Ela queria segurar na mão dele e caminhar pelo parque no domingo à tarde.
Ela queria saber quais são os seus medos e contar a ele quais são os dela.
Ela queria saber quais são os seus sonhos e quem sabe, se der sorte, ouvir que ela faz parte deles.
Ela queria se perder na prazerosa sensação de ser desejada por ele e fazê-lo se sentir também desejado.
Ela queria dizer, não só essa noite, mas todas as outras, que ela é dele, não no sentido de posse, mas, no sentido de vontade própria, ela é dele.
Ela queria conhecê-lo, mas, tudo dele o que ela tem, é uma foto em preto e branco, uma foto de alguém que ela não conhece e que ainda sim, deseja com todas as suas forças.
Que ele seja real.

sábado, 12 de abril de 2014

Partida Invisível

[Você pode ler ao som de Maroon Five - If I Ain´t Got You ] 

Aconteceu ontem. Após uma gigantesca interrupção da minha capacidade de chorar, ontem as lágrimas retornaram com força total, como se estivessem sido presas em uma represa e de repente, as barreiras cederam. É, elas estavam presas sim, eu as prendi. E não, não foi assim tão de repente, ontem quando tocaram no seu nome, eu disfarcei não estremecer, fingi não ter sido atingida, enquanto meu corpo segurava o peso de uma tonelada sobre ele, eu apenas sorri e procurei mudar de assunto.

Essa é a merda de termos amigos em comum, eles não me deixam esquecê-lo porque, sem motivo algum, porque de uma hora para outra, você vira o assunto na roda de conversa e faz vir à tona toda a alegria dos momentos que vivi com você e também, toda a dor que senti com a sua partida invisível.

Então, partida invisível foi o nome que dei para o fato de você ter ido (para sabe Deus aonde) sem ter se despedido de mim. Nenhum bilhete. Nenhuma mensagem no celular. Nenhum e-mail. Nem uma carta ou bilhete. Nenhum sinal de fumaça. Nada. Você apenas foi, como se quisesse que eu pensasse que nunca tivesse aqui estado. Mas, você esteve e quer saber? Ainda está, em todos os lugares, todas as músicas, todas as roupas, todos os sapatos, todos os filmes e todos os assuntos que tanto gostávamos de conversar. É como se você tivesse sido marcado a ferro em minha vida, sabe? O tipo de marca que não se apaga, o tipo de marca que o tempo permite apenas que fique um pouco borrada ou sem cor, mas, é algo que pra sempre ficará lá, ou melhor, aqui, em um lugar oculto do meu coração.

Uma parte inocente de mim, aquela que acredita em milagres, ainda espera pelo o seu retorno. Essa parte de mim guarda cada acontecimento que tenho vivido, cada nova experiência e descoberta, na esperança de um dia compartilhar com você, como fazíamos antes, entre os lençóis branco da cama, a água quente do chuveiro e as horas de digitação de mensagens pelo celular e pelo computador. Quanto a minha outra parte, bem, ela ainda não se conformou, ela diz que se recusa a acreditar que você não possa estar sentindo a minha falta, ela diz que em algum momento, eu tenho que aparecer em sua mente e te fazer lembrar que você um dia disse que nunca se esqueceria de mim. Na minha opinião, nenhuma das duas partes estão certas. Você não vai voltar da mesma forma que você não se lembra mais de mim. Simples assim. Tão simples quanto ao ato de chorar. De chorar as lágrimas que tanto segurei e que ontem, quando tudo isso voltou, eu deixei cair e rolar pela minha face.

Agora, me resta apenas enxugá-las e seguir em frente, seja lá o que essa frase de efeito clichê quer dizer...

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Coisas que ela aprendeu com você

[Leia ao som de Imagine Dragons - Demons]

Outro dia ela me disse que ainda não entendia o motivo dela ter te conhecido, eu vou falar pra ti, tive uma vontade de dizer que ela só o conheceu para aprender o quanto é forte e o quanto merece ser feliz, mas, eu me detive e disse apenas que você cumpriu a sua missão: A fez feliz, mesmo que a eternidade que ela esperava que durasse, tenha sido uma eternidade tão pequena. Sim, cara, você me deve uma por isso e eu vou cobrar caso você a faça chorar novamente, mesmo que sem querer fazer. 

Depois disso, ela se sentou em um canto, com um pequeno caderno nas mãos e pois-se a escrever. Parecia que ela estava escrevendo o testamento de Deus, de tão compenetrada que estava, com a caneta em suas mãos, movimentando-a freneticamente sobre o papel. Eu não quis perguntar o que ela estava escrevendo, apenas me sentei ao seu lado e esperei. E esperei mais um pouco. E mais um pouco de novo. Após cerca de uma hora de espera, em silêncio, ela me entrega o seu caderno, como se estivesse entregando o manto sagrado, e nele, ela havia feito uma lista cujo o título era: 

Coisas que eu aprendi com ele. 

Juro pra ti, eu tive vontade de rasgar o papel, como ela consegue listar o que aprendeu com você se tudo o que eu a vi aprendendo fazer, foi chorar a sua falta? Ela deve ter percebido a minha má intenção, porque ela arrancou o caderno das minhas mãos e decidiu ler em voz alta:

Ele me ensinou a fazer cálculo. Sim, eu nunca fui boa com fórmulas, ainda mais aquelas que ficam entre parênteses, e ele pacientemente fez um resumo para mim, talvez eu nunca mais o use, mas, ele me ensinou.

Aprendi também a gostar de MPB, antes, em minha playlist, tocava apenas as top internacional, agora, os nomes em inglês que muitas vezes sou incapaz de pronunciar, se misturam com nomes como Telegrama, Caçador de mim, Impossível e por aí vai.

Ele me ensinou a ter confiança em mim. Ele me viu de todas as formas possíveis, de salto, sem salto, cabelos soltos, cabelos presos, maquiada e de cara lavada, deitada, de lado, sorrindo e também, escondendo o choro, e ainda sim, a palavra linda foi dita.

Aprendi a controlar a respiração e a segurar a tremedeira, sim, praticamente desenvolvi técnicas novas de yoga, porque estar com ele me causava tantas reações diferentes que fui obrigada a aprender a lidar com elas. Ele me ensinou isso.

Ele me ensinou a rir de mim mesma, quando eu caí na frente dele, um tombo histórico, digno das videos cassetadas do Faustão, rimos juntos e agora sou capaz de rir de mim. Eu aprendi isso.

Aprendi que Deus tem um plano para todos nós, o Plano da Felicidade e que Ele, quer que sejamos felizes. Foi ele quem me ensinou a entender esse tal plano.

Ele me ensinou a ter ambição. Me ensinou que saber aonde queremos chegar é o primeiro passo para se chegar. Ele me ensinou a sonhar e a desejar.

Ele me ensinou muita coisa, só não me ensinou como não amá-lo.

Quando ela terminou, eu a abracei e então compreendi, ela a ensinou ser feliz.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

E de que adianta enterrar se o cemitério está nela?

[ Leia ao som de Impossível ] 

Enquanto Biquini Cavadão canta Impossível ao fundo, ela vive uma sessão nostalgia presa em seu próprio e suspenso mundo. Já fazia algum tempo que ela não tinha essa recaída por ele, em queda livre, diga-se de passagem. Relendo algumas mensagens trocadas e e-mails respondidos, ela se depara com uma frase dele: " um dia você vai superar, você vai ficar bem". Deus, só ela sabe o quanto ela odiou ler aquilo há meses atrás. Tem frase menos consoladora do que essa? Quem, na face da terra acredita que realmente essa frase de efeito clichê é capaz de trazer conforto para quem está sentindo dor, aquele tipo de dor que analgésico algum é capaz de curar?

Ela retorce os lábios e sente quase o mesmo ódio que sentiu quando leu a tal frase pela primeira vez, dessa vez, nem foi tanto ódio dele, mas sim por não ter acontecido como ele disse que iria acontecer. Já deveria ter acontecido. Ela já deveria ter superado. Ela deveria agora, estar buscando boca nova para beijar e alguma outra mão macia para acariciá-la, mas, ela ainda se sente presa a ele, mesmo sabendo que os olhos dele já não a procuram mais.

Movida pela frustração, ela clica em "apagar e-mail" e como já era esperado, após alguns minutos olhando para a tela, ela clica em "cancelar". Agora, o ódio é por não ter acontecido, por ela não ter superado e também por ser fraca demais até para apagar um simples e-mail datado de tempos atrás. São tantas lembranças que ela foi obrigada a encaixotar e enterrar que às vezes, ela se pergunta se sobrará espaço para mais alguma frustração ao longo da sua vida, definitivamente, ela não sabe se suportará mais alguma agulhada em seu pequeno e agora pouco saltitante coração.

Quando o fim aconteceu, ela buscou forças dentro de si mesma para conseguir cavar o buraco para enterrá-lo, foram momentos de dor, a cada pá de lembranças que ela enterrava, lágrimas de saudades lhe escorriam a face e mesmo doendo, ela conseguiu, após algum tempo, jogar a última pá de lembranças sobre os seus sentimentos e enterrá-lo de vez, o que ela não percebeu é que de que adianta enterrar, se o cemitério está nela?

Ela ainda o sentirá forte e presente em sua vida, como uma lembrança gostosa e ao mesmo tempo amarga, como algo que não acabou, mesmo tendo acabado, porque o que ela sentiu, foi real demais para ser esquecido e sentimentos como esses, permanecem vivos, mesmo estando enterrados.


sábado, 15 de fevereiro de 2014

Passeando pelo tempo

Há quem diz que a vida aqui nesse mundo, é apenas uma passagem para o próximo, mas, e aí, devemos por causa disso, apenas viver, esperando pela próxima vida? Seria correto, apenas passarmos por ela? Oh, não, eu não acredito que seja,  não seria, de forma alguma, justo com o Universo, com o Criador, que nós apenas vivêssemos esperando pelo o amanhã melhor.

Esse amanhã melhor tem que ser hoje, porque se não, ele nunca será.

E se pudêssemos, como no filme "Questão de tempo", voltarmos ao passado? Teríamos nós, a coragem de revivermos os momentos de dor, de tristeza, de frustrações e decepções, uma vez que, são esses momentos que nos fazem crescer e sermos fortes, ou, optaríamos por apenas revivermos os bons momentos, os de alegria, de sorrisos, passeios e vitórias? Conseguiríamos reviver aquela decepção amorosa novamente? Aquela que nos fez ter a sensação de que o mundo perdeu o sentido e nada mais parecia ser importante a não ser aquela pessoa que ironicamente foi a causadora da nossa dor. Ou iríamos apenas reviver o momento em que nossos olhares se cruzaram pela primeira vez e o mundo pareceu sair de órbita, dando sentido a toda a a nossa existência? Escolheríamos passarmos novamente pela frustração de não sermos aprovados na primeira fase do vestibular da faculdade mais concorrida do planeta, ou de sermos reprovados naquela importante entrevista de emprego? Ou, iríamos escolher viver novamente a sensação gostosa da aprovação?

E quanto a dor da perda? Alguém, será que escolheria viver novamente o dia em que perdeu alguém querido? E se, nesse mesmo dia de dor, foi também o dia mais feliz da sua vida, como por exemplo, antes dessa perda, você e esse alguém reataram laços minutos antes da partida, ou, apenas foram sinceros um com o outro como nunca haviam sidos antes, dizendo o amor que sentiam, alguém estaria disposto a reviver a dor da ausência para poder sentir um pouco antes, a alegria plena?

E se pudêssemos, viver duas vezes o mesmo dia? Na primeira, seria o dia normal, onde iríamos nos estressar, chatear, sorrir, ficar apreensivos, ter medo, relaxar e na segunda, por já termos vivido ele, poderíamos aproveitar tudo, sabendo que esse tudo, seja bom ou ruim, vai passar. Talvez, tudo o que sofremos na primeira vez do dia, se transformasse em algo pequeno quando o vivêssemos pela segunda vez.

Mas, nós não podemos, nem passear pelo tempo, nem revivermos o mesmo dia mais uma vez, e há um motivo para isso: Nós só somos quem somos e o que somos, devido a tudo o que vivemos e quem fomos nos dias anteriores. Cada erro e cada acerto, foram e são essenciais para essa pessoa que nos tornamos, agora, nesse momento, hoje. O que nos resta, é agradecermos por cada sorriso dado e também por cada lágrima derramada, elas fizeram com certeza os sorrisos que vieram depois, terem mais valor e sentido. O que nos resta, é sermos gratos por cada conquista que tivemos, mas, agradecermos também as derrotas que nos fizeram cair e nos impulsionaram a recomeçar. O que nos resta, é vivermos o hoje e não apenas passarmos pelo o hoje.

Por dias mais intensos em nossas vidas, onde sejamos capazes de agradecer uma gentileza na rua, observar a beleza ao nosso redor, ouvir o som dos pássaros pela manhã sem nos irritarmos, sorrirmos com o sorriso de uma criança e sermos fortes com os testes que a vida precisa nos fazer passar.

Porque o que nos resta, é vivermos o hoje e nada pode ser melhor do que o hoje!
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